O lesa pátria têm algo a mais que o corrupto: chegar ao poder para se safar é sua salvação

By anacao - Last updated: Friday, October 10, 2014

Editorial:

Tem circulado um e-mail, que por ultimo tem a nossa resposta, como bons cidadãos, devemos ter cuidado com a manipulação da imprensa e emails suspeitos servindo unicamente para iludir:

“100 MOTIVOS PARA NÃO VOTAR NO FAMIGERADO PT
100 Motivos para NÃO votar na Dilma no segundo turno, agora se não for suficiente é como o Sr. Joaquim Barbosa falou “Votar no PT é assinar um atestado de burrice”:
01) Escândalo do PETROLÃO
02) Caso Celso Daniel
03) Caso Toninho do PT
04) Escândalo dos Grampos
05) Contra Políticos da Bahia
06) Escândalo do Propinoduto (também conhecido como Caso Rodrigo Silveirinha)
CPI do Banestado
07) Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MST
08) Escândalo da Suposta Ligação do PT com a FARC
09) Escândalo dos Gastos Públicos dos Ministros
10) Irregularidades do Fome Zero
Escândalo do DNIT (envolvendo os ministros Anderson Adauto e Sérgio Pimentel)
11) Escândalo do Ministério do Trabalho
Licitação Para a Compra de Gêneros Básicos
12) Caso Agnelo Queiroz (O ministro recebeu diárias do COB para os Jogos Panamericanos)
13) Escândalo do Ministério dos Esportes (Uso da estrutura do ministério para organizar a festa de aniversário do ministro Agnelo Queiroz)
14) Operação Anaconda
Escândalo dos Gafanhotos (ou Máfia dos Gafanhotos)
15) Caso José Eduardo Dutra
Escândalo dos Frangos (em Roraima)
16) Várias Aberturas de Licitações da Presidência da República Para a Compra de Artigos de Luxo
17) Escândalo da Norospar (Associação Beneficente de Saúde do Noroeste do Paraná)
18) Expulsão dos Políticos do PT
19) Escândalo dos Bingos (Primeira grave crise política do governo Lula) (ou Caso Waldomiro Diniz)
20) Lei de Responsabilidade Fiscal (Recuos do governo federal da LRF)
21) Escândalo da ONG Ágora
22) Escândalo dos Copos (Licitação do Governo Federal para a compra de 750 copos de cristal para vinho, champagne, licor e whisky)
23) Caso Henrique Meirelles
24) Caso Luiz Augusto Candiota (Diretor de Política Monetária do BC, é acusado de movimentar as contas no exterior e demitido por não explicar a movimentação)
25) Caso Cássio Caseb
26) Caso Kroll
27) Conselho Federal de Jornalismo
28) Escândalo dos Vampiros
29) Escândalo das Fotos de Herzog
30) Uso dos Ministros dos Assessores em Campanha Eleitoral de 2004
31) Escândalo do PTB (Oferecimento do PT para ter apoio do PTB em troca de cargos, material de campanha e R$ 150 mil reais a cada deputado)
32) Caso Antônio Celso Cipriani
Irregularidades na Bolsa-Escola
33) Caso Flamarion Portela
34) Escândalo de Cartões de Crédito Corporativos da Presidência
35) Irregularidades do Programa Restaurante Popular (Projeto de restaurantes populares beneficia prefeituras administradas pelo PT)
36) Abuso de Medidas Provisórias no Governo Lula entre 2003 e 2004 (mais de 300)
37) Escândalo dos Correios (Segunda grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Maurício Marinho)
38) Escândalo do IRBEscândalo da Novadata
39) Escândalo da Usina de Itaipu
40) Escândalo das Furnas
41) Escândalo do Mensalão (Terceira grave crise política do governo. Também conhecido como Mensalão)
42) Escândalo do Leão & Leão (República de Ribeirão Preto ou Máfia do Lixo ou Caso Leão & Leão)
43) Escândalo da Secom
44) Esquema de Corrupção no Diretório Nacional do PT
45) Escândalo do Valerioduto
46) Escândalo do Brasil Telecom (também conhecido como Escândalo do Portugal Telecom ou Escândalo da Itália Telecom)
47) Escândalo da CPEM
48) Escândalo da SEBRAE (ou Caso Paulo Okamotto)
49) Caso Marka/FonteCindam
50) Escândalo dos Dólares na Cueca
51) Escândalo do Banco Santos
52) Escândalo Daniel Dantas – Grupo Opportunity (ou Caso Daniel Dantas)
53) Escândalo da Interbrazil
54) Caso Toninho da Barcelona
55) Escândalo da Gamecorp-Telemar (ou Caso Lulinha)
56) Caso dos Dólares de Cuba
57) Doação de Terninhos da Marísia da Silva (esposa do presidente Lula)
58) Escândalo da Nossa Caixa
59) Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo (Quarta grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Francenildo Santos Costa)
60) Escândalo das Cartilhas do PTEscândalo do Banco BMG (Empréstimos para aposentados)
61) Escândalo do Proer
62) Escândalo dos Fundos de Pensão
63) Escândalo dos Grampos na Abin
64) Escândalo do Foro de São Paulo
65) Esquema do Plano Safra Legal (Máfia dos Cupins)
66) Escândalo do Mensalinho
67) Escândalo das Vendas de Madeira da Amazônia (ou Escândalo Ministério do Meio Ambiente).
68) Escândalo de Corrupção dos Ministros no Governo Lula
69) Crise da Varig
70) Escândalo das Sanguessugas (Quinta grave crise política do governo Lula. Inicialmente conhecida como Operação Sanguessuga e Escândalo das Ambulâncias)
71) Escândalo dos Gastos de Combustíveis dos Deputados
72) CPI da Imigração Ilegal
73) CPI do Tráfico de Armas
74) Escândalo da Suposta Ligação do PT com o PCC
75) Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MLST
76) Operação Confraria
77) Operação Dominó
78) Operação Saúva
79) Escândalo do Vazamento de Informações da Operação Mão-de-Obra
80) Escândalo dos Funcionários Federais Empregados que não Trabalhavam
81) Mensalinho nas Prefeituras do Estado de São Paulo
82) Escândalo dos Grampos no TSE
83) Escândalo do Dossiê (Sexta grave crise política do governo Lula)
84) ONG Unitrabalho
85) Escândalo dos Fiscais do IBAMA do Rio de Janeiro
86) Caso Pinheiro Landim
87) Crise no Setor Aéreo
88) Caso Rosemary
89) Operação Hurricane (também conhecida Operação Furacão)
90) Operação Navalha
91) Operação Xeque-Mate
92) Operação Moeda Verde
93) Caso Renan Calheiros
94) Operação Sétimo Céu
95) Operação Hurricane II (também conhecida Operação Furacão II)
96) Caso Joaquim Roriz (ou Operação Aquarela)
97) Operação Hurricane III (também conhecida Operação Furacão III)
98) Operação Águas Profundas (também conhecida como Caso Petrobras)
99) Escândalo do Corinthians (ou caso MSI)
100) Escândalo na Copa do Mundo 2014 (Foi isento pelo PT aproximadamente 1,1 Bilhão de impostos para a FIFA).
Resposta aos supostos 100 escandalos:
Votaríamos no mais corrupto dos políticos, mas jamais votaria em lesa pátrias internacionais, pois que estes não tem salvação. Ainda mais o lesa pátria que recebe essas ordens em inglês, a mando da espoliação internacional, para gerir nossos assuntos internos. Podemos somar todas essa lista com 100 corrupções e não chegará a 10% do que FHC e o psdb, entre 1995 a 2002, roubou ou negligenciou em nosso pais. Exemplo claro de um único fato: venda do nióbio subfaturado, contrato para 20 anos, 1 trilhão de reais de prejuízo.

Conclusão:

Uma hora o brasileiro vai começar a fazer cálculos, vai gostar de números e a coisa muda. Vai parar de acreditar em globo, veja estadão. Inclusive, com a maquina de calcular na mão e conhecendo diversos fatos passados, a imprensa alienante não terá mais oportunidade de enganar o povo. Vai acabar a ilusão de colocar a culpa no ‘bode expiatório”.

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As consequências antidemocráticas da concentração de riqueza

By anacao - Last updated: Thursday, October 9, 2014

Por Vicenço Navarro

Como é possível que a sociedade seja mais rica e que, em contrapartida, os filhos vão viver pior que os seus pais? A resposta a esta pergunta é que o crescimento econômico se distribui muito desigualmente, concentrando-se nos rendimentos superiores, como resultado das políticas públicas que se aplicaram na maioria dos países do Atlântico Norte.

Uma das características da situação dos dois lados do Atlântico Norte foi o enorme crescimento das desigualdades, com uma grande concentração dos rendimentos e da propriedade, unida à grande deterioração das instituições democráticas, causada por esta concentração. As instituições políticas dos países estão muito influenciadas por poderes financeiros e econômicos e pelos setores com maior riqueza, que induzem as intervenções públicas a favorecer os interesses destes poderes e setores à custa dos da maioria da população.

Isto está a criar uma perda de legitimidade e de apoio popular às instituições chamadas representativas, junto com a diluição da confiança que a cidadania tinha no poder do Estado (dirigido pelas autoridades políticas) para garantir um progresso do desenvolvimento económico do país, de tal maneira que as gerações novas vivessem melhor que as anteriores. Esta esperança desapareceu. Na realidade, grandes setores da população, que nalguns países chegam à maioria, são conscientes de que “os filhos não viverão melhor do que os seus pais”. Este sentimento ficou muito bem refletido nas declarações do candidato, mais tarde presidente de França, François Hollande, expressadas durante a campanha eleitoral naquele país. “Até há pouco – disse Hollande – todos tínhamos a convicção de que os nossos filhos teriam melhores vidas que nós. Já não é assim. Esta convicção, que respondia a uma realidade, está a desaparecer”. Esta situação é paradoxal, pois a riqueza dos países (incluindo a França) continua a crescer, na medida em que cresce a sua economia, realidade que só se interrompeu recentemente com a Grande Recessão. Mas esta convicção (e realidade que a sustenta) já existia antes da recessão, ainda que se tenha acentuado mais com a crise atual.

Como é possível que a sociedade seja mais rica e que, em contrapartida, os filhos vão viver pior que os seus pais?

A resposta a esta pergunta é que o crescimento econômico se distribui muito desigualmente, concentrando-se nos rendimentos superiores, como resultado das políticas públicas que se aplicaram na maioria dos países do Atlântico Norte. Estas políticas foram iniciadas pelo presidente Reagan nos EUA e pela Sra. Thatcher na Grã-Bretanha, na década de oitenta do passado século.
No seu artigo “The Rich get Richer. Neo-liberalism and Soaring Inequality in the United States” na revista de economia norte-americana Challenge (março-abril de 2013), o autor, Tim Koechlin, detalha a grande concentração dos rendimentos e da riqueza nos EUA como consequência da aplicação destas políticas. Em 1979, os 1% da população com maiores rendimentos (os super ricos) ganhavam 9% de todo o rendimento dos Estados Unidos. Em 2007, esta percentagem aumentou para 24%, a mais elevada registada desde 1920, quando se iniciou a Grande Depressão nos EUA.

De onde procede esta concentração dos rendimentos e da riqueza? A resposta reside na má distribuição da riqueza criada pelo mundo do trabalho. Os dados mostram-no claramente. A produtividade do trabalhador durante o período 1973-2008 praticamente duplicou. Isto é, um trabalhador produzia por hora quase mais duas vezes em 2008 do que o que produzia em 1973. O seu salário, no entanto, cresceu só 10% durante o mesmo período. Mas os diretores das grandes empresas viram crescer os seus rendimentos desmesuradamente. Enquanto o CEO (Chief Executive Officer) de uma grande empresa recebia em 1973 22 vezes mais que o trabalhador médio da sua empresa, em 2008 esta relação subiu para 231 vezes (segundo Lawrence Mishel, The State of Working America. A report of the Economic Policy Institute. 2012, table 4.33).
Uma situação ainda mais acentuada ocorre quanto à distribuição dos elementos da propriedade que geram renda (tais como terras, ações, bônus, etc.). Entre 1983 e 2010, os 5% da população com maior propriedade viram-na crescer 83%, enquanto os 80% de toda a população (a grande maioria da cidadania) viam descer a sua propriedade em 3,2%. Em consequência, os 1% da população com maior riqueza, que tinham 20% de toda a riqueza em 1971, passaram a ter 35% em 2007. Os 10% dos super ricos em 2007 tinham 73% de toda a riqueza, enquanto os 40% das famílias (as classes populares) tinham só 4,2% de toda a propriedade. A concentração da riqueza atingia níveis ainda mais exuberantes em alguns tipos de propriedade. Assim, os 10% da população tinham 98,5% de todos os valores financeiros (ações e outros títulos de crédito), enquanto os 90% restantes tinham só 1,5%.
A concentração de poder econômico e financeiro enfraquece enormemente a democracia, até o ponto de eliminá-la em muitos países.
Esta enorme concentração dos rendimentos e da riqueza dificulta e impede o desenvolvimento democrático de um país, pois os sectores ricos e super ricos da população exercem uma enorme influência, poderia dizer-se controle, sobre os aparelhos dos seus Estados e os seus ramos executivos, legislativas e judiciais. Mais, estes grupos e setores desenvolvem as suas próprias redes, associações e conferências (nas quais são incorporados dirigentes políticos de todas as sensibilidades políticas), promovendo as suas ideologias, que coesionam e defendem os seus interesses, apresentando-os como os únicos aceitáveis ou respeitáveis, e as suas políticas (que favorecem os seus interesses) como as únicas possíveis.
As alianças destas elites desempenham um papel chave nas realidades políticas. O casamento entre os super ricos e ricos, por um lado, e os políticos conservadores e liberais (e de uma maneira crescente algumas personagens da social-democracia), pelo outro, é uma constante nos sistemas políticos, fonte de contínua corrupção. Há múltiplos exemplos disso. A influência da família que governa um sistema quase feudal, o Qatar, nas instituições políticas europeias não é menor. O presidente Nicolas Sarkozy deu amplas vantagens fiscais aos interesses dessa família, que lhe subvencionou as campanhas eleitorais e mais tarde as suas atividades pós-presidenciais. Tony Blair é um dos assessores melhor pagos do J.P. Morgan (e é frequentemente convidado por fundações e grupos de reflexão para dar lições sobre o futuro da social-democracia). E estou a escrever estas linhas no mesmo dia em que o Sr. Giuliano Amato foi proposto como Presidente da Itália pelo Partido Democrático da Esquerda italiana, sendo esse político um assessor bem pago do Deutsche Bank. Em Espanha, a lista de Presidentes, Ministros e autoridades políticas dos partidos maioritários em grandes empresas e nas suas CEO (Endesa, Telefônica, Repsol, etc.) é enorme. Não é casualidade que o preço da eletricidade e das chamadas telefônicas, bem como o do petróleo, sejam dos mais caros da UE. Esta cumplicidade entre os grupos financeiros e econômicos e a classe política dominante é a característica destes tempos. A imunidade da banca, com os seus conhecidos paraísos fiscais, baseia-se precisamente nesta cumplicidade.
Não é preciso dizer que há muitos políticos que não fazem parte desta engrenagem de cumplicidades. Mas as elites dirigentes estão sim plenamente entrelaçadas com interesses fáticos que configuram em grande maneira as suas políticas públicas. Daí que a grande maioria destes super ricos e ricos não pague impostos, ou pague muito menos em termos proporcionais, que o cidadão normal e corrente, coisa que é feita até com a lei na sua mão, sem precisar de comportamentos ilegais (sem excluir, no entanto, estas práticas, que estão também generalizadas).
Este sistema está em profunda crise. O casamento do poder financeiro-econômico com o poder político é o eixo do descrédito das instituições chamadas democráticas, que tem a sua origem (causa e consequência) nas enormes desigualdades. A excessiva proximidade entre a classe política dominante e as classes sociais dominantes (as elites financeiras e empresariais e os sectores afins de rendimentos superiores) mostra-se com toda a clareza na distância existente entre as elites dirigentes e as suas políticas públicas, por um lado, e as classes populares, que constituem a maioria da população, pelo outro. Estas últimas desejam políticas diferentes e opostas às que as primeiras estão a promover e implementar. Existem múltiplos exemplos disso.
A grande maioria das populações do Atlântico Norte consideram que:
1) os rendimentos do capital deveriam ser taxados na mesma proporção que os rendimentos do trabalho, sem que isso tenha sido aceito pelos governos;
2) a fiscalidade deveria ser progressiva, de maneira que os super ricos e ricos pagassem (na realidade, e não só nominalmente) em impostos tantas vezes mais do que o cidadão normal e corrente paga quanto seja a diferença de rendimentos e propriedade entre os super ricos e ricos, e o cidadão normal e corrente;
3) dever-se-iam eliminar os paraísos fiscais;
4) dever-se-ia estabelecer um máximo de riqueza e de nível de rendimentos, como mecanismo de redução das desigualdades;
5) dever-se-iam reduzir as desigualdades que (os 78% de cidadãos como média da UE) consideram excessivas;
6) dever-se-ia eliminar a influência do dinheiro nas campanhas políticas e na solvência dos partidos políticos;
7) dever-se-ia romper o casamento entre instituições financeiras e empresariais e o mundo político;
8 ) um político não deveria poder trabalhar no setor que regulava ou vigiava na administração pública, nos primeiros cinco anos após deixar o cargo;
9) o Estado deveria intervir no setor financeiro para garantir a disponibilidade do crédito a famílias, indivíduos e médias e pequenas empresas;
10) deveria haver um salário mínimo que permita uma vida decente e que aumente de acordo com o aumento dos preços;
11) dever-se-iam garantir os serviços públicos do Estado de Bem-estar, evitando a sua privatização; e assim um longo etcétera.
Nenhuma destas políticas está a ser levada a cabo nestes países. E, a nível macroeconômico, a maioria da cidadania deseja o fim das políticas de austeridade e quer políticas de expansão dirigidas a criar pleno emprego. O fato de que não se realize cada um destes pontos deve-se à excessiva influência que os grupos que concentram os rendimentos e a riqueza têm sobre o Estado. E aqui está o problema da democracia.
Frente a esta realidade, limitar o debate à reforma política sobre se devem ou não haver listas abertas, parece-me muito, mas muito insuficiente.

*Artigo publicado por Vicenço Navarro

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Situação caótica da segurança pública do país

By anacao - Last updated: Thursday, October 2, 2014

Governo errou ao retirar as armas do cidadão de bem, é avaliação da população e diversos especialistas.

Acabou a ingenuidade do povo. Desde que o governos começaram a desarmar a população, iniciando pelo então presidente Fernando Henrique – com a lei do Sinarm 9437/97 de 1997 –  lei do rigor para a propriedade das armas de fogo, a coisa piorou drasticamente. As policias, não conseguem proteger todos ao mesmo tempo. Isso é questão de lógica. Não há como proteger 200 milhões de pessoas, ainda mais com um efetivo sempre menor. Mesmo que dobrassem o efetivo, isso ainda seria insuficiente. E, se investissem mais em Inteligência, isso ainda não resolveria.

O crime se auto reprime. Pois que, se não houvessem regras entre eles mesmos, nosso Brasil já teria ficado refém ha muito tempo da própria bandidagem, já esses governos que iludem e desarmam o cidadão de bem, não tem força, inteligência nem moral suficiente para combater o crime. É o poder civil que tem de agir e tomar a rédea da situação. Não podemos mais ficar na mão de governo ou autoridades. E nem permitirmos, como sociedade civil, que estes tirem nossos direitos como vem realizando a anos.

Como o governo esta tentando fazer: imitando os civis

Uma das raras táticas que estão dando certo é exatamente colocar policiais a paisana nas comunidades, e mesmo dentro dos ônibus que estão sendo atacados/incendiados. O elemento surpresa inibe os ataques. Mas não seria elemento surpresa um civil também armado e treinado nesse ônibus? não seria elemento surpresa o bandido não saber se um residência tem ou não um proprietário de armas?

Dificuldades de compra, registro e posse

É certo que a posse de arma de fogo só pode ser dada a pessoas preparadas. Porém, mesmo a compra ou registro hoje é dificultado pelo governo, tanto pela burocracia quanto pelas taxas altíssimas para se manter qualquer propriedade ou posse.

Quem começou o desarmamento

Segundo o portal da OAB-SP, advogados tiveram essa iniciativa idealista e comunicaram o então presidente Fernando Henrique. Isso era 1996. A intenção foi boa. Porém, esses ingênuos e despreparados será que nunca imaginaram que os bandidos não entregariam as armas? Quem entregou foi exatamente quem precisava realmente delas: a população de bem. Os mais sensíveis, acharam que entregando seus direitos de defesa na mão do governo ou que seus co-cidadãos ficassem desarmados estariam colaborando com a segurança do país. Letal engano. Depois disso tivemos um aumento da criminalidade nunca antes visto, chegando a quintuplicar todos os índices de crimes. É certo que, por trás de alguns lideres desarmamentistas, estavam aqueles que desejavam que o Brasil ficasse refém dos bandidos. Os mal intencionados, tanto brasileiros quanto estrangeiros, compostos por ONG’s e personagens internacionais estavam por trás para tornar o povo brasileiro submisso, calculando exatamente que o caos e descontrole logo chegariam no país. Uma falsa bandeira chamada desarmamento que sabotou toda segurança publica e que hoje não há solução, por melhor que seja o comando policial existente.

É o poder civil, o poder do povo, que deve prevalecer. O povo não pode perder seus direitos e nem ficar refém de governos ou dos bandidos. Sequer deve aceitar leis que sabotem seus direitos. É certo que isso ocorre onde há uma imprensa, educadores, religiosos ou mesmo autoridades sem estudos ou despreparadas para opinar no que não entendem.

Por melhor que seja um governo, por mais bem social, econômico que faça pelo pais, ele jamais deve sabotar ou tirar direitos civis. As liberdades são sagradas, são lutas centenárias do povo.

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O Brasil não assina mais tratados goela abaixo

By anacao - Last updated: Thursday, September 25, 2014

O Brasil se negou a assinar um tratado internacional de não desmatamento essa semana. Isso mostra claramente que o Brasil não aceita mais servilismo e subserviência aos poderes internacionais como nos tempos antigos. E ainda mais longe nesse tempo, supostos nacionalistas, que de nacionalistas não tinham nada, somente aparência e arrogância, que ao fim eram simples marionetes. Hoje é a realidade que conta: o que vale é atitude e não palavras. Defender os interesses do próprio país é questão ética da mais alta relevância. Quem ao menos não defende os interesses do seu próprio país, jamais terá moral ou força suficiente para defender os interesses do mundo.

O Brasil é o pulmão do planeta, e não foi convidado pelos maiores poluidores do mundo a participar da elaboração do texto e não pôde sugerir modificações. Foi ótima a decisão da Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, de não assinar mais um tratado que apenas favorece meia dúzia de exploradores internacionais e seus representantes parasitas, pois que esse jogo do poder mundial não é para principiantes e ingênuos.

Al Gore, Premio Nobel da Paz, ex-vice presidente dos EUA que não assinou o tratado de Kyoto, diz que o Brasil podia “ter feito fazer mais”. É muita pretensão desses cidadãos querer dar ordens na casa dos outros, ainda mais sem qualquer respaldo.

“O Brasil almeja um acordo climático global, que promova o desenvolvimento sustentável. O crescimento das nossas economias é compatível com a redução de emissões”, disse Dilma.

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A IMPRENSA NO BRASIL

By anacao - Last updated: Tuesday, September 16, 2014

Repúdio a uma Imprensa que não questiona.

Pensemos em uma imprensa que apoia 100% qualquer assunto de governo porque disso precisa para sobreviver. Pense que muitas campanhas do governo tem sucesso porque exclusivamente esse mesmo governo paga para a imprensa manipular a aceitação pela população. Pense no sucesso de alguns políticos. Pois tudo isso ocorre no Brasil. É fato. E nós, povo devemos aceitar tudo. O que basta é a imprensa durante alguns dias ou meses disseminar até o cansaço via Tvs, radios e revistas. Pois que, se lixo o governo decidisse que o povo deveria comer e faria bem, a imprensa brasileira a essa baixaria se prestaria com todo prazer.

Ainda bem que o povo brasileiro ainda tem a internet como meio de informação. Pois seria uma lástima que a imprensa dominasse completamente a mente do brasileiro.

A imprensa no Brasil é a única que apoia atos contra as liberdades civis e outras diversas baixarias. Que apoia integralmente qualquer ato governamental sem questionar. Não é dificil um corrupto ou criminoso ser eleito em cargos publicos várias e tantas vezes quanto puder e conseguir pagar, antes ou depois das eleições. Não somente no poder executivo. Mas em todos. E são tantos outros exemplos de vilezas como campanhas, leis, atos administrativos, que são centenas em todas as esferas. Não foi diferente no desarmamento do cidadão honesto que facilitou a vida dos bandidos, não é diferente na questão de trânsito quando apoia que nossas estradas e ruas se enchem de emporcalhamentos de radares e controladores. E quando algum desses ‘arautos’ da imprensa volta a si, já é tarde, pois a tolice já esta implantada em definitivo. Não tem volta pois há tolices que foram tão bem trabalhadas na mente da população que o senso crítico foi completamente destruído, sendo que depois, esse mesmo povo se pergunta porque o estado de coisas esta assim absurdo. Só sobram as consequencias e resultados no seu dia a dia. Pois que faltou o senso crítico antes de aceitar o veneno que nossa imprensa desleal destilava meticulosamente e sutilmente. Esse imprensa transforma um criminoso ou corrupto em um politico elegível, pois que o espaço que dá, e a maneira sempre cordial com que se submete, faz parecer o mais sujo como limpo. E muitas autoridades igualmente são assim tratadas.

Que o povo não se deixe enganar. Ainda bem que essa imprensa não representa ninguém além de meia dúzia de empresas, politicos, ongs e outros criminosos que ganham com a população sempre em estado de fragilidade.

Pois bem, cabe ao bom brasileiro tomar as providência contra essa imprensa golpista, dogmática, violadora de suas liberdades civis – que estão todas na constituição. Que o povo honesto do Brasil fique de olho nos manipuladores que se passam por mediadores, jornalistas, voz do povo, pois que de povo, não tem nada.

Abaixo todas as formas de controle e enganação do cidadão honesto. Inclusive, sempre os mesmo políticos são eleitos, das mesmas famílias, das mesmas empresas e das mesmas máfias. Temos de nos precaver contra todos esses covardes que ocupam as tribunas e a imprensa para nos controlar, enquanto a criminalidade ronda todas as esferas publicas, impunemente.

para fotoErnesto Piloto Neto, jornalista.

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Trânsito assassino e a cumplicidade dos governos

By anacao - Last updated: Tuesday, September 9, 2014

Conscientização funciona, punição não. Educar sempre.

Nosso trânsito, no Brasil, vive o caos. Morrem diariamente ainda centenas de pessoas. Esse final de semana, primeiro do mês de setembro, foi violento. E ainda motoristas bêbados continuam matando. O endurecimento da lei (lei seca) não surtiu nenhum efeito na diminuição dos acidentes, e sim aumentaram. Motoristas continuam bebendo e dirigindo e isso, até aumentou. A explicação é básica: se você tem uma doença grave, não adianta ficar tomando aspirina, porque isso ao fim vai mascarar e agravar a doença, que pode ser letal. No trânsito é o mesmo: ignorando a conscientização e somente apelando para o rigor da lei, multas, radares e controladores de velocidade, nunca teremos um trânsito seguro. Educação é tudo!

O que diria de um pai que dá uma aspirina para um filho que esta gravemente doente e precisa de outros cuidados? diríamos que é um assassino, que deve tratar a doença de maneira efetiva e não com subterfúgios.

Os subterfúgios no caso do trânsito são usados (radares etc) porque os governos tem lucro com isso e dão também a população falsa sensação de segurança.

Porém dezenas de milhares continuarão morrendo, e o povo continuará sendo enganado, enquanto se procurar subterfúgios e não se atacar centralmente a doença, com cultura e educação.

Precisamos conscientizar. Quem pune, ensina uma vez, quem educa, ensina para sempre.

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A menina dos EUA e a imprensa

By anacao - Last updated: Sunday, August 31, 2014

Essa última semana do mês de agosto tivemos aquela sombria noticia de uma menina de 9 anos que acabou por acertar a cabeça de um instrutor de tiro com uma arma de fogo. O mais interessante e que é motivo de nossa analise é como a imprensa noticiou e se comportou com a noticia. Foram quase como que “maldita arma”.

Para o cidadão atento, não para aquele que dorme, ficou evidente que a imprensa se comportou de maneira fajuta e superficial na analise desse caso. Não passou despercebido a tentativa de culpar as armas que são instrumentos universais de defesa contra o crime. As armas passaram a ser novamente o bicho feio, o bicho papão da humanidade. Quantas pessoas as armas salvam? Isso não é considerado. Somente a volúpia de desarmar cada vez mais o povo e entrega-lo a bandidagem, de torna-lo refém do governo ou da bandidagem.

Não é por justiça ou verdade que se indignam na tv contra as armas, nem por bondade. Mas pela vontade de causar o caos na sociedade, passando-se por salvadores (o que nunca acontece) e apoiar o crime. Nós sabemos que o desarmamento do cidadão honesto no Brasil por exemplo, já causou mais mortes que guerras, porque muitos brasileiros sequer conseguiram se defender a si ou sua família dos bandidos.

A capacidade de transformar o pequeno fato lamentável dessa menina em um escândalo internacional é vergonhoso e nos faz pensar no papel da imprensa e dos governos. Eles não mais representam o povo, mas sim interesses de criminosos.

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Amazônia pede policiamento e justiça

By anacao - Last updated: Wednesday, August 27, 2014

Segundo o portal AMAZÔNIA NOTÍCIAS, “é preciso informar cada vez mais o que ocorre na região para ampliar a consciência nacional sobre a importância da Amazônia. São incalculáveis as riquezas da Amazônia em áreas estratégicas como minerais, energéticos, fármacos, cosméticos, fitoterápicos, mobiliário e ecoturismo.”

A Amazônia continua a ser saqueada tanto por estrangeiros quanto pelos próprios maus brasileiros. A facilidade, muitas vezes encontrada para retirar todas essas riquezas faz a avidez de muitos, inclusive do garimpo, índios, lideranças politicas da região.

É necessário vigilância constante sobre esse bem do Brasil. Preservando, toda humanidade ganhará com isso. A vida naquele território é imensa em sua qualidade e quantidade, uma riqueza invejável. Polícia e justiça, nossos políticos, devem estar atentos ao que ocorre naquela rica região.

ONG’s internacionais e nacionais, funai, antropólogos, entre outros que procuram demarcar terras indígenas para supostamente proteger índios, estão a serviço da pirataria e roubo de varias riquezas naturais, segundo se apura a cada dia, se avolumando tantas denúncias e centenas de crimes, principalmente na Amazônia, mas acontecem em outros estados Bahia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina. A mão dos criminosos esta por todo país, como uma máfia.

Esta na hora de uma ação mais dura, efetiva e contínua contra os inimigos de nossa nação.

Fontes: www.amazonianoticias.com.br

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O bom cidadão e o filantropo – parte II

By anacao - Last updated: Tuesday, August 19, 2014

Parte II

Convenhamos que, a pressão para sermos caridosos e filantropos é imensa. Existem mentes poderosas que nos incentivam a fazer a caridade. E isso é muito bom. Mas não chega.

Imagine agora o mesmo Filantropo, o caridoso, que doa do seu salário 500,00 reais por mês. Que não nega comprar uma rifa ou bilhete para ajudar na caridade. Que doa para entidades que precisam. Que bonito, e isso é louvável. E que diria se esse mesmo cidadão, fosse corrupto? Não você diria, isso não é possível. E isso é mais comum e frequente do que se pensa. Os maiores filantropos, são os piores cidadãos, porque em geral, tentam compensar seus deslizes na condução de seu negócio (publico ou privado) com imensas doações de caridade.

E esse ainda, não é o pior cidadão. Tem pior.

E que diria se, o cidadão em questão, além de corrupto, sonegador por exemplo (sonegador é considerado um péssimo cidadão por mais que se justifique) ainda fosse mais longe no quesito corrupção, como lavagem de dinheiro ou colocar valores em paraísos fiscais. Dirias que faz porque assim a legislação permite. E permite mesmo, pois não há legislação mundial para prevenir que lavadores de dinheiro, frutos de exploração de países emergentes ou pobres, ou dinheiro vindo da corrupção publica, sejam investigados.

Há portanto, uma diferença entre filantropo e o bom cidadão muito óbvia até pelos resultados materiais concretos. Digamos que é mais fácil ser caridoso do que ser bom cidadão, pois ser cidadão consciente exige mais de si que a mera caridade, em geral formal e representa infimamente que o bem que o bom cidadão faz. Por essa mesma lógica, o bom cidadão – cidadão consciente – é não se deixar explorar. Entramos em assunto temeroso e controverso principalmente para políticos e autoridades. Isso mesmo: não se deixar explorar ou não deixar que o que esta sob sua responsabilidade seja espoliado é ser bom cidadão, cidadão consciente. Pois o que entrega os bens de sua pátria, família, suas terras e valores a exploração de outrem, ou os facilita, é um péssimo cidadão. Poderá fazer o quanto quiser de caridade, até doar tudo que tem aos pobres, ir na igreja, confessar, dar dizimo, ajoelhar no altar, de nada valerá já que suas atitudes afetaram a vida de milhares de pessoas, negativamente. Sem contar que há prejuízos morais e mesmo materiais, que ele nunca conseguiria repor, nem com uma vida inteira de trabalho, ou varias.

É sempre nosso desejo deixar bem claro que a corrupção atual não pode ser admitida. Mas é nosso desejo que os fracos de espirito, os maus cidadãos, sejam enquadrados tão perfeitamente ou mais que os próprios corruptos, pois o servil e subserviente aos interesses estrangeiros é tão ou mais criminoso que qualquer corrupto que exista, e o servil sem dúvida é a pior forma de corrupção existente, pois é deformação moral e de caráter. Ora, se é assim, que diremos também dos que deixam milhões ou bilhões nos paraísos fiscais para fugir a suposta ganância dos tesouros nacionais?

Tudo tem um limite. O limite atual esta sendo atingido pela humanidade, onde deveremos ser obrigatoriamente filantropos – como os milionários e bilionários em geral o são – mas também proteger e velar pela natureza, pelo patrimônio nacional de nossa origem, pois que ser cidadão é ser valente, altivo e nunca submisso a corrupção e muito menos a interesses escusos que possam vir a prejudicar nossa pátria. A isso alguns podem chamar patriotismo, e nós aqui chamamos somente ‘bom cidadão’.

Há níveis de malefícios que um ser humano pode alcançar. Há decisões, que causam tanto prejuízo a uma nação que chegam na casa dos milhões, bilhões e até trilhões, e essa pessoa pode ser a melhor do mundo, o mais caridoso, incorruptível, mas tomou um decisão desastrosa e deve pagar por isso. É interessante que muitos querem ser políticos e autoridades, por todas as benesses e vantagens, sem pensar na responsabilidade que assumirão. E já que não há uma justiça efetiva contra más decisões e nem contra tolices administrativas, tudo se torna fácil para o incompetente, por mais burro que seja, escapa da justiça e pode até passar por politico/autoridade honrado/a. E um país que a lei funciona ou funcionasse, deveria ser é uma coisa temerosa de se ser autoridade, pela alta responsabilidade e possibilidade ímpar de prejudicar ou beneficiar a muitos.

A hora de assumir responsabilidades pelo que se faz é agora. A imprensa é outra que não tem ajudado muito o povo a pensar mais corretamente, e preferem incentivar que se corra atrás dos ladrões de potes de margarina. Pede a prisão deste e daquele politico que desviou X do patrimônio publico, esse que fez trafico de influencia, digamos que é a tal politica de sempre, mas esquece os maiores bandidos de todos os tempos, o criminoso mor que se chama lesa pátria. Contra esses, nossa imprensa não dá um pio. Pois estamos lidando com mafias gigantescas que poucos se atrevem a combater. Essas mafias ou políticos servis, em um país com mão pesada na defesa dos reais interesses nacionais são considerados traidores. Aqui, nós temos um país acostumado a subserviência, graças a falta de caráter e força de nossos políticos e autoridades, que mais querem aparecer que fazer, e ainda estão prestando mais atenção ao mosquito, enquanto o elefante passa por nós.

Acreditamos no Brasil e que o povo mesmo seja suficientemente forte para segurar as rédeas e dar novos rumos a questão de direitos e soberania, que se torne um povo que preze a justiça desde o maior ao menor – mas principalmente ao maior antes, para que todos saibam que a justiça realmente funciona.

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O bom cidadão e o filantropo – parte I

By anacao - Last updated: Tuesday, August 12, 2014

Parte I

O bom cidadão faz bem seu trabalho. Cumpre todas as regras, cumpre horários. Sim, e cumpre contratos. Essa é a primeira analise do bom cidadão, e esta correta. E se analisarmos mais profundamente, há ainda outras características que tornam o bom cidadão em ótimo cidadão. Digamos que, a nosso ver, são primordiais.

Como exemplo citamos que para ser ótimo cidadão tem de corresponder todas as expectativas que a humanidade e a sociedade espera dele. Não basta não ser corrupto. Não ser burro ou servil seria a principal se um dia esse cidadão quiser servir o público, como politico ou autoridade. Não basta fazer a coisa certa, tem de ser forte e sábio o suficiente para não se deixar enganar e não ser enganado.

Vamos dizer que o bom cidadão vai economizar água ao escovar os dentes, e fecha a torneira, durante a escovação. Ótimo. E esse mesmo cidadão agora vai lavar o carro, deixando a água na mangueira aberta enquanto lava o veiculo. Adiantou a economia anterior? não. Esse é o cidadão pela metade. O mesmo se dá na politica. Não adianta não ser corrupto. Tem de ser honesto e inteligente ao mesmo tempo, porque há negócios públicos que se mal feitos são milhares de vezes piores que a corrupção, e causam tanto dano as cidades, estados e ao pais que era melhor um jumento sentar na cadeira de politico ou autoridade, pois que se se omitisse de realizar ou fazer , isso teria sido um ganho para a população.

Entre as dezenas de assuntos que são piores que a corrupção, pois trata-se da burrice plena de imbecis, falamos inicialmente da demarcação de terras supostamente indígenas. Bem, diz o patife com a caneta na mão, esta na Constituição, temos de fazer…. porem o mesmo desmiolado não lembra que há centenas de assuntos que estão na Constituição, como segurança e moradia, e nada disso é cumprido. Mas o suposto político/autoridade faz exatamente o que perturba milhares de pessoas.

Aos ignorantes da demarcação das terras indígenas, nós indicamos a leitura de “A Fabricação do Império Americano” de Sidney Lens. Nesse livro, que deveria ser lido pelos supostos políticos, esta claro já nos idos dos anos 1800, que os políticos estadunidenses tinham a visão que a demarcação de supostas terras indígenas eram um plano da Inglaterra (do qual os EUA eram recém liberta colonia) de começar a se apropriar de terras novamente e incentivar a rebelião contra o poder central. Aqui não, no Brasil, onde ignorantes tem a caneta na mão, são mais burros que os políticos norte americanos de 200 anos atrás. Por isso continuamos a ser um país servil e colonial.

Em contrapartida, outros pontos da Constituição que deveriam ser garantidos a nós, brasileiros, ficam a ver navios. Por que será que exatamente esses supostos políticos, autoridades estão assim interessados nessa demarcação de terra indígena? A quem estão obedecendo? pois ao povo brasileiro é que não é. Se você é autoridade ou politico, pense muito bem antes de assinar qualquer desapropriação, demarcação ou algo que seja estimulado por ong’s internacionais ou mesmo órgãos internos do governo ou justiça. Pois há interesses escusos e criminosos que em qualquer outro pais do mundo resultariam em cadeia, por lesa pátria e traição, no Brasil, pais onde só se cumprem leis que interessam ao estrangeiro ou a meia duzia de exploradores, isso dá uma simples manchete.

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